monarquia estava bem desgastada e perdendo a sua popularidade.
Após o país sair vitorioso da Guerra do Paraguai,
os militares passaram a requisitar mais direitos e benefícios,
como o aumento salarial e a melhoria no sistema de promoção de carreira.
Outros grupos que também estavam insatisfeitos com a monarquia
eram a Igreja Católica e os cafeicultores,
que passaram a apoiar o republicanismo como resposta
à abolição da escravatura.
Em 15 de novembro de 1889, aconteceu o que hoje os historiadores
denominam de um golpe contra a monarquia,
quando o MARECHAL DEODORODA FONSECA e suas tropas
foram até o quartel-general localizado no
Campo do Santana, no RIO DE JANEIRO.
Lá, eles exigiram a demissão do Visconde de Ouro Preto
da presidência do gabinete ministerial.
O visconde se demitiu e foi preso por ordem de Deodoro da Fonseca.
Mesmo com a derrubada do gabinete, as negociações políticas seguiram.
Os republicanos decidiram, então, realizar uma sessão extraordinária na
Câmara Municipal do Rio de Janeiro para que
ocorresse uma solenidade de Proclamação da República.
A República foi anunciada pelo vereador José do Patrocínio,
que nomeou o MARECHAL DEODORO DA FONSECA como o
PRIMEIRO PRESIDENTE DO BRASIL.
No dia seguinte, a família real foi expulsa do país e
pouco tempo depois,
seus membros embarcaram para Lisboa.
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