Na dobra da noite serena,
um sopro de estrelas se acende,
o silêncio veste palavras,
e o tempo repousa em versos.
O vento escreve na pele,
memórias que não se explicam,
e cada olhar é um poema,
que o coração traduz sem tinta.
um sopro de estrelas se acende,
o silêncio veste palavras,
e o tempo repousa em versos.
O vento escreve na pele,
memórias que não se explicam,
e cada olhar é um poema,
que o coração traduz sem tinta.
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